Mapa de focos de calor, registro georreferenciado de denúncias e indicadores por estado e município — em um só lugar.
Clique em qualquer foco no mapa para ver os detalhes e iniciar uma denúncia já georreferenciada.
Formulário público de denúncia de queimadas e desmatamento na Amazônia Legal.
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| Estado | Focos (total) | 24h | Em TI | Em UC |
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A integração combina sensoriamento remoto orbital, dados geográficos oficiais e algoritmos de cruzamento espacial em tempo quase real. Veja como cada etapa funciona.
A identificação das queimadas no solo é feita por uma constelação de satélites meteorológicos e de monitoramento ambiental — Suomi-NPP, NOAA-20, Aqua e Terra, operados pela NASA e integrados ao sistema BDQueimadas do INPE.
MODIS e VIIRS captam a radiação emitida no espectro do infravermelho médio e termal. Frentes de fogo, entre 500 °C e 1.000 °C, se destacam do restante da cobertura florestal e do solo.
O Poder Radiativo do Fogo (Fire Radiative Power, em Megawatts) estima a intensidade instantânea da energia liberada pela combustão. FRP elevado indica incêndios de grandes proporções e rápida propagação.
Algoritmos orbitais comparam a temperatura do pixel suspeito com os pixels vizinhos de solo frio, filtrando reflexos solares em corpos d'água, rochas aquecidas ou topos de nuvens.
O servidor do aplicativo conecta-se diretamente aos feeds em tempo quase real (Near Real-Time — NRT). A cada ciclo de sincronização — ou sob demanda — o sistema extrai:
Para saber exatamente se o fogo atinge uma área protegida, o sistema integra as bases vetoriais e geográficas oficiais de limites fundiários:
Cruzamento espacial (geofencing): assim que as coordenadas de um novo foco chegam do satélite, o sistema calcula a interseção geométrica com os polígonos das áreas cadastradas.
Se o ponto estiver dentro do território (ou em sua zona de amortecimento imediata), o foco é catalogado automaticamente com nome da área protegida, povo ou comunidade residente e fase do processo demarcatório ou categoria da unidade.
A etapa final leva o cruzamento de dados para quem precisa agir no território.
O mapa permite ligar e desligar camadas específicas para visualizar onde as queimadas avançam em relação aos territórios tradicionais.
O sistema destaca os focos críticos dentro de TIs e UCs, para que gestores, lideranças comunitárias e brigadas (Prevfogo/IBAMA e brigadas voluntárias indígenas) priorizem o envio de equipes e recursos.
Status atual deste protótipo: os focos de calor já vêm de verdade da NASA FIRMS (MODIS + VIIRS) — a mesma base de satélites usada pelo BDQueimadas do INPE — sincronizados a cada 30 minutos. O cruzamento espacial contra os 9 estados (IBGE) e contra os polígonos oficiais de Terras Indígenas (FUNAI), Territórios Quilombolas e Projetos de Assentamento (INCRA) já é real — ponto contra o contorno oficial de cada território, não uma aproximação. A atribuição de município ainda é o mais próximo de um ponto de referência (não a malha municipal completa), e as Unidades de Conservação ainda usam um raio aproximado, por falta de uma base oficial do ICMBio importada — esses são os próximos refinamentos.
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